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O Amparaí e o Cuidaí são os dois projetos da Misturaí focados na promoção da assistência e da saúde a diferentes comunidades vulneráveis de Porto Alegre. 
O Amparaí é um projeto que tem por foco a distribuição de quentinhas, cestas básicas, agasalhos e cobertores a pessoas em situação de rua e a outras oito comunidades abaixo descritas. Liderado pelo voluntário Pedro Souza, ao final de 23 semanas, o Amparaí já entregou mais de 75.000 quentinhas a muitas pessoas que teriam dificuldades de obter alimentos durante a pandemia. Para tal, uma enorme equipe de mais de 200 voluntários ativos tem trabalhado de forma incansável tanto para produzir como para entregar as quentinhas. Todo o financiamento do projeto também vem de inúmeras doações de incontáveis colaboradores.
Já o Cuidaí é um projeto que se preocupa com esclarecimentos sobre a pandemia e com cuidados de saúde das pessoas que pertencem aos grupos vulneráveis por nós assistidos. Liderado pela voluntária Jéssica D’Ornellas, o Cuidaí realizou uma séria de ações ligadas a cuidados com a saúde física e mental dessas populações. Primeiramente, promoveu palestras com a médica Patrícia Stumpf e o gestor dos Médicos Sem Fronteiras Samuel Johann. Adicionalmente, oferece regularmente cuidados de saúde física supervisionados pela médica da família Anna Cláudia Dilda e pela enfermeira Luciana França. Além disso, oferece cuidados de saúde mental supervisionados pela psicóloga e assistente social Jéssica Dornelas. Em constante diálogo com o Posto de Saúde Modelo, ajuda em mutirões de vacinação e no encaminhamento de pessoas doentes tanto ao Posto como ao Hospital de Clínicas e ao HPS.

A tabela a seguir apresenta a quantidade de quentinhas e de cestas básicas por nós distribuídas em 23 semanas .

A tabela a seguir descreve as entradas e saídas de dinheiro durante todo o processo.

Chama a atenção um gasto muito maior do que o que foi arrecadado na semana 5. Isso se deveu, em primeiro lugar, à existência de um saldo acumulado das primeiras semanas e à necessidade de comprarmos cestas básicas para doação e cobertores para a população de rua. Também compramos proteína (em promoção) para duas semanas, o que fez nosso gasto da semana 6 diminuir.

Vale destacar que uma parte considerável do que recebemos não vem doação em dinheiro, mas sim em insumos. Como muito do que chega vem em pequenas quantidades, infelizmente ainda não criamos uma boa forma de registrar essas doações.

As tabelas a seguir descrevem onde as quentinhas têm sido distribuídas a partir da 6ª semana. Infelizmente, no início do projeto, não nos organizamos a ponto de construir essa descrição detalhada.

A tabela a seguir apresenta, com um nível maior de clareza, como se deram os gastos em cada um dos dias do projeto. Procuramos guardar as notas e temos quase todas elas em um arquivo digital. Infelizmente algumas poucas se perderam.

prestação de contas geral

Ainda que a OSC Misturaí exista há mais de dois anos, apenas em abril de 2019 ela teve seu estatuto registrado e conta bancária aberta. Entre abril e setembro, a OSC passou por um período de irrisórios gastos e arrecadações. Contudo, em setembro de 2019, foi lançada uma campanha de sócios pela plataforma Apoia.se.

Desde então, passamos a receber doações mensais de várias pessoas. Até o início da crise gerada pelo Coronavírus, em março, contávamos com um número aproximado de 70 sócios e nossa arrecadação girava em torno de R$ 3.000,00.

O número de sócios agora quase triplicou, assim como nossa arrecadação. Não temos segurança, todavia, que isso permanecerá após a crise, pois muito da ajuda que recebemos está destinada às ações que estamos fazendo nessa direção.

Na tabela a seguir, abrimos os gastos realizados pela Misturaí desde que iniciamos a rodar projetos permanentes. Cabe destacar que, antes de agosto de 2019, não tínhamos uma sede própria e nossas ações se restringiam à organização de atividades pontuais em diferentes localidades, em especial na Vila Planetário e no Morro da Cruz.

A tabela detalha nossos gastos, mas dois dados merecem explicação escrita.

Em primeiro lugar, pode-se perceber que não temos gasto com aluguel. Isso se dá em função do prédio onde se localiza a nossa sede ter recebido o investimento de R$ 30.000,00 de um doador para ser concluído. Isso fez com que recebêssemos uma carência de um ano e meio no pagamento do aluguel. O mesmo só começará a ser cobrado em 2021.

Além disso, ainda não temos funcionários com carteira assinada. Por ora, apenas pagamos uma ajuda de custo a vários voluntários que fazem o espaço funcionar. A partir do próximo mês, a ideia é contratar ao menos um funcionário fixo.

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